SAÚDE: ESGOTAMENTO PROFISSIONAL RECONHECIDO COMO DOENÇA PELA OMS.

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A nova doença do século XXI, chama-se “Bornout” um nome pomposo que por outras palavras, quer dizer Esgotamento Profissional.

Caso ainda não te tenhas apercebido, “Bornout” passou a ser considerado, desde este sábado, uma doença. Quer isto dizer que os pacientes que sofrem desta patologia (ou síndrome) vão poder ficar de baixa médica. Bem, nem quero imaginar a quantidade de pacientes que vão almejar, o dito atestado médico para usufruírem de uns fins de semana e pontes mais prolongadas!!! 😉

Oficialmente, “Bornout” é reconhecido como síndrome do esgotamento profissional, um problema de saúde associado ao emprego e desemprego. A introdução na lista de Classificação Internacional de Doenças (CID) da Organização Mundial de Saúde (OMS), ocorreu este sábado, na 72ª assembleia da OMS em Genebra. Mas atenção, só entrará em vigor em 2022.

Os especialistas na matéria definem Bornout como “uma Síndrome que resulta de um stress crónico no local de trabalho que não foi bem gerido.” e que poderá ter três estágios (se assim entenderem):

  • sensação de esgotamento de energia ou exaustão;
  • aumento da distância mental do emprego ou sentimentos de negativismo e de cinismo relativamente ao emprego;
  • e uma reduzida eficácia profissional.

Conhece agora, alguns sintomas associados a este problema, nomeadamente: cansaço extremo, físico e mental; desmotivação; isolamento; dores de cabeça fortes e frequentes; Insónias; tonturas; tremores; faltas de ar; oscilação de humor; dificuldade de concentração e problemas digestivos.

O melhor conselho é manter o equilíbrio entre o trabalho, lazer, família, vida social e atividades físicas, sem descurar o descanso diário.

O que fazer? Tendo em consideração que o “Bornout” ocorre devido ao stress extremo de atividade profissional, mudar as condições de trabalho é um dos primeiros passos a dar, dizem os especialistas. A ausência por folga ou férias também pode ser benéfica para alterar as rotinas e procurar relaxar. Mais, tentar realizar atividades de relaxamento, organizar o tempo e decidir prioridades, participar em momentos de lazer com familiares e amigos, seguir uma dieta equilibrada ou procurar ajuda profissional, são alguns conselhos a ter em atenção.

Qual a vossa opinião sobre este tema? Será que existe em Portugal, uma enorme percentagem de pacientes com este síndrome? Revês-te um paciente com “Bornout”?

Beijos&Abraços,

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